Criadores do Vine lançam HQ, game show de bolso ao vivo para iOS

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Game shows como Show do Milhão, Jeopardy! e Family Feud, entre outros da linha “Quem Quer Ser Um Milionário são muito populares mundo afora. Os co-criadores do Vine, Colin Kroll e Rus Yusupov, aproveitam a popularidade dessas atrações em sua nova investida, o HQ, um app para iOS.

Transmissões ao vivo acontecem diariamente duas vezes por dia, às 10h e 16h (horário de Brasília)

“É uma maneira de oferecer para as pessoas uma chance de se divertir, talvez ganhar e talvez aprender alguma coisa nova”, comentou Yusupov ao TechCrunch. “Só queremos fazer algo para que as pessoas possam jogar com seus amigos e familiares.”

A grande diferença entre outros trivia games para dispositivos móveis é que o HQ conta com sessões ao vivo duas vezes por dia. Isso mesmo, o anfitrião, Scott Rogowsky, faz as perguntas via live streaming, às 10h e 16h (horário de Brasília ou 15h e 21h, de acordo com o fuso leste dos Estados Unidos).

HQ

O software usa recursos já testados por Kroll e Yusupov no Hype, aplicativo de transmissão que oferece várias interações e customização durante a exibição. Ao participar, você tem 10 segundos para escolher a alternativa correta na tela, enquanto o apresentador segue conduzindo as perguntas, todas devidamente comentadas pelos seguidores.

Caso você consiga responder corretamente o questionário inteiro, então divide a bolada com quem mais conquistou o mesmo feito. O valor do prêmio varia de acordo com cada rodada e é pago via PayPal.

Mas e o Vine?

A rede social de microclipes teve seu serviço descontinuado em outubro de 2016 pelo Twitter, que vinha passando por dificuldades financeiras e precisou fazer ajustes no orçamento. Em janeiro deste ano, foi lançada como app para câmeras de dispositivos móveis, o Vine Camera — o que revoltou boa parte dos usuários.

Na mesma época, a companhia liberou o Vine Archive, um grande arquivo com milhares de produções realizadas entre 2013 e 2016, com possibilidade de filtro por tema e busca de acordo com os autores. Ainda que muita gente tenha ficado feliz com a novidade, em maio veio outra decepção: um bug permitiu que terceiros pudessem acessar endereços de emails e números de telefones das contas vinculadas ao Vine.

Mesmo com o fim no Twitter, a startup ainda continua tentando encontrar maneiras de monetizar a plataforma, mas, como dá para notar, é bem difícil que ela sobreviva por muito tempo.

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