Um estudo publicado no Journal of Food Science, liderado por Tanjila Alam e Pawan S. Takhar, da Universidade de Illinois, tem como meta algo bem diferença: deixar as batatas chips ainda mais gostosas utilizando tomografia via raio X para analisar a estrutura da comida.

O estudo aconteceu dessa maneira: rodelas de batata foram cortadas com 45 milímetros de diâmetro e 1,65 milímetro de espessura. Então, elas foram mergulhadas em óleo de soja — fervendo, óbvio. Aos 190 graus Celsius, as amostras foram fritas em várias sequências de tempo: 0, 20, 40, 60 e 80 segundos.

Depois das "fritadas", as batatas foram levadas para uma máquina de tomografia em raio X. Ela serviu para criar uma imagem 3D das amostras sem destruí-las. Dessa maneira, os cientistas podem ver como o óleo afeta a porosidade e o formato das batatas. Ainda, a quantidade de óleo que fica dentro do alimento — tudo isso para ajudar os cozinheiros a preparar a melhor batata chip possível.

No final do estudo, foi descoberto que quanto mais tempo dentro do óleo, a quantidade e o tamanho de poros nas batatas cresce consideravelmente. Então, ao mesmo tempo, o alimento "reserva" mais óleo dentro dele — e também fica menos "saudável". Incrivelmente, o estudo não realizou um teste de sabor para saber qual ficou mais gostosa e dar um veredito final.

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