Chips cerebrais ainda parecem algo retirado de um livro de ficção ou de algum filme cyber-punk da década de 80. Contudo, já faz um tempo desde que essa tecnologia vem ganhando espaço e se tornando cada vez mais concreta no mundo real. De acordo com o último estudo do periódico Nature, a novidade já existe e está sendo testada atualmente.

Antes de tirar conclusões precipitadas e imaginar cenas de longas-metragens futuristas ou até mesmo criar teorias da conspiração sobre controle cerebral, saiba que o chip deve ser utilizado na área da Medicina e só há benefícios para a utilização deles, sem efeitos colaterais, riscos ou danos para o organismo do paciente.

O propósito da tecnologia é ajudar na recuperação e no tratamento de pessoas com doenças cerebrais, ajudando os médicos a monitorarem e supervisionarem informações de órgãos que sofreram cirurgias ou passaram por algum tipo de trauma. O chip é menor que um grão de arroz e feito inteiramente de “folhas” de silicone biodegradáveis.

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Em outras palavras, o pequeno componente eletrônico viaja pelo cérebro coletando informações, até que ele é dissolvido completamente no fluido cerebral. A pesquisa está sendo realizada em ratos no momento por cientistas da Universidade de Illinois, que afirmam que a nova tecnologia pode substituir máquinas pesadas e cheias de cabos.