Seis meses após seu lançamento, a Apple Music já angariou mais de 10 milhões de usuários. A informação, divulgada pelo Financial Times, mostra que o sistema da Companhia da Maçã está tendo um crescimento saudável em sua base de assinantes, que, mesmo assim, dificilmente deve superar a do Spotify em 2016.

Um dos critérios que surpreende no número é o fato de que o serviço não conta com uma opção gratuita de acesso — ou seja, teoricamente todos os usuários estão pagando dinheiro à Apple para usar o sistema. Nos Estados Unidos, a assinatura individual sai por US$ 9,99 e o plano familiar custa US$ 14,99 — valores que são, respectivamente, de US$ 4,99 e US$ 7,99 no Brasil.

É preciso prestar atenção ao fato de que o Apple Music oferece três meses de gratuidade para todos os assinantes que se inscreverem com um endereço e método de cobrança válido. Ou seja, ao menos parte dos 10 milhões de usuários registrados provavelmente deve desistir de usar o serviço de streaming após esse período.

Atualmente, o concorrente Spotify tem aproximadamente 20 milhões de assinantes, sendo que mais de 50 milhões de pessoas o usam de forma totalmente gratuita — modalidade que é financiada com a ajuda de anúncios publicitários.  Ao que tudo indica, 2016 vai ser um ano bastante interessante para os serviços de streaming musical, cuja popularidade cresce cada vez mais em contraste com as quedas nas vendas de discos físicos e de downloads pagos.

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